A marca d'água de texto da Anthropic é facilmente burlada em vários modelos mais antigos do Claude
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A Anthropic está ampliando seu sistema de marca d'água em textos para vários modelos mais antigos do Claude, incluindo Opus 4.6 e Sonnet 4.6, em conformidade com o prazo estabelecido pela Lei de IA da UE. A empresa anunciou uma segunda onda de adaptações retroativas a partir de 16 de novembro de 2026 para essas versões específicas, juntamente com Haiku 4.5 e Opus 4.5. No entanto, pesquisadores identificaram que a marca d'água no Opus 4.6 e no Sonnet 4.6 pode ser facilmente contornada alterando parâmetros padrão de amostragem, como temperatura, top_p ou top_k. Essa falha existe porque a marca d'água só é ativada quando essas configurações permanecem nos valores padrão, permitindo que os usuários evitem a detecção com ajustes mínimos. Embora modelos mais recentes, como Claude Mythos 5 e Opus 4.7, pareçam ter a marca d'água aplicada independentemente das configurações de amostragem, a vulnerabilidade nos modelos mais populares permanece uma preocupação significativa. A Anthropic utiliza uma variante do método SynthID do Google DeepMind para incorporar padrões imperceptíveis na escolha das palavras sem afetar a velocidade de saída ou os preços. Apesar das alegações de que a marca d'água não degrada a qualidade do texto, críticos argumentam que a seleção forçada de sinônimos pode reduzir a precisão, e especialistas jurídicos expressam preocupações sobre as implicações para a confidencialidade. O lançamento afeta todas as plataformas que hospedam esses modelos, incluindo o Amazon Bedrock, embora os clientes não possam desativar o recurso.
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