O Gemini 4 Argon do Google está mais perto da fronteira da IA do que qualquer modelo em meses
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O novo modelo da Google DeepMind, Gemini 4 Argon, alcançou uma conquista significativa ao obter 97,5% no benchmark ARC-AGI-3, tornando-se o segundo laboratório a ultrapassar a barreira de 95% para resolução geral de problemas. Esse desempenho foi registrado usando o Provider Adapter Harness, que aproveita recursos específicos do fornecedor, como raciocínio retido e compactação de contexto, por um custo de US$ 4.800. Em jogos públicos, o Argon exigiu 62% menos ações do que a linha de base humana e frequentemente igualou recordes de speedrun. No entanto, os resultados variam drasticamente dependendo do ambiente de teste; no Standard Harness, que restringe o raciocínio interno, a pontuação cai para 49,8%. Essa discrepância destaca debates contínuos sobre como as configurações de API influenciam os resultados dos benchmarks, semelhantes a disputas anteriores envolvendo modelos da OpenAI. De acordo com a Epoch AI, o Argon obtém 165 pontos no Índice de Capacidades da Epoch, posicionando-se logo atrás dos líderes GPT-6 Astra e Opus 5.5. Embora o Argon liderem em tarefas de conhecimento, agente e visão, atualmente ocupa posição inferior nos domínios de matemática e engenharia de software. Esta conquista marca a aproximação mais próxima da fronteira da IA pela Google desde fevereiro de 2026.
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