Treinei o cérebro de uma mosca para gerar ideias de matérias para a WIRED
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Will Knight criou um projeto chamado PitchFly, utilizando um conectoma de código aberto do cérebro de uma mosca-da-fruta para gerar ideias de matérias para a WIRED. Essa drosophila digital, composta por 165.112 neurônios, foi treinada com manchetes populares do ano passado para produzir seus próprios pitches exclusivos. As sugestões resultantes foram descritas como deliciosamente absurdas, com um exemplo afirmando que ninguém resolveu Donald Trump, apesar de todos quererem cozinhar. Knight esclarece que não se trata de um modelo de linguagem, mas sim de uma simulação que remixar padrões sem compreender o significado semântico. Após o lançamento do conectoma em setembro, surgiram diversos outros experimentos, incluindo projetos em que o cérebro da mosca jogava videogames ou tentava negociar ações. Essas aplicações diversas destacam tanto o potencial humorístico quanto as questões filosóficas sobre consciência e ética na replicação de IA. Embora alguns projetos sejam provavelmente zombarias, outros servem a propósitos científicos sérios, ajudando neurocientistas a compreender a inteligência biológica e os circuitos neurais. Em última análise, o experimento demonstra quão facilmente modelos especializados podem ser implantados, sugerindo que até mesmo pequenas simulações biológicas podem oferecer insights valiosos sobre a inteligência artificial.
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