Presidente da Microsoft diz que o Reino Unido está melhor posicionado para liderar a regulamentação de IA
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O presidente da Microsoft, Brad Smith, pediu uma regulação global urgente da inteligência artificial, argumentando que a tecnologia atualmente carece do mesmo controle aplicado a bens de consumo como máquinas de lavar. Em um podcast da BBC, Smith descreveu a IA como uma arma e uma ferramenta que apresenta riscos significativos de cibersegurança, defendendo a implementação de regras internacionais de segurança. Ele identificou o Reino Unido como o líder ideal para esse esforço regulatório, citando seu Instituto de Segurança de IA estabelecido e sua distância política das pressões domésticas dos Estados Unidos. Essa posição ocorre apesar dos recentes avisos do presidente Donald Trump contra organizações 'globalistas' e de alegadas tentativas de restringir o acesso de testadores britânicos aos modelos. Embora líderes tecnológicos tenham assinado um documento voluntário de segurança com a Casa Branca, Smith sustenta que a autorregulação é insuficiente, pois incentiva apenas as empresas responsáveis a cumprir as normas. Ele defende medidas obrigatórias, como notificações de violações, aprovações de avaliadores externos antes do lançamento de produtos e interruptores de emergência. Smith conclui expressando a esperança de que a Microsoft e o Reino Unido possam colaborar para reunir partes interessadas de maneira calma, mas firme, para abordar essas questões críticas.
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