A ordem de Trump contra o viés na IA é apenas mais viés
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O artigo argumenta que o plano de ação para a IA do governo Trump e a ordem executiva que o acompanha afirmam promover a liberdade de expressão, a precisão e a neutralidade, ao mesmo tempo que impõem a própria definição ideológica de verdade do governo. O texto destaca disposições que orientam autoridades a remover referências à desinformação, à diversidade, à equidade e à inclusão, e à mudança climática de regras anteriores sobre IA, além de criticar modelos que abordam o preconceito racial ou a igualdade de gênero. O autor afirma que as regras federais de contratação pública poderiam pressionar as empresas de IA a fazer com que seus sistemas se conformem às posições da Casa Branca sobre história, mudança climática e questões sociais. Isso é apresentado como uma preocupação constitucional, porque as empresas podem ter direitos garantidos pela Primeira Emenda para moldar o comportamento dos modelos e reduzir o preconceito de acordo com seus próprios princípios. As principais empresas de IA, em grande parte, evitaram se opor publicamente à política, em parte porque o plano mais amplo lhes oferece benefícios substanciais, incluindo apoio à infraestrutura e à pesquisa, além de limites à regulamentação estadual. O artigo adverte que a influência do governo sobre a IA poderia afetar um canal cada vez mais importante de notícias e informações, enquanto a Casa Branca sustenta que está buscando uma neutralidade genuína e evitando o tipo de censura que atribui à China.
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